Antigo Convento do Carmo no Rio

Vista do Largo do Carmo em 1818 por Franz Josef Frühbeck. À esquerda vê-se o Paço Imperial, com o grande edifício do Convento do Carmo ao fundo.

A Estilo Nacional venceu concorrência lançada pela Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro – SEC, para Elaboração de Projetos Executivos e Complementares para Restauração Arquitetônica do Antigo Convento do Carmo, bem cultural protegido por lei específica de tombamento federal e considerado integrante do Patrimônio Cultural do Estado do Rio de Janeiro.

O imóvel terá uso institucional com a instalação da Secretaria de Estado de Cultura e seus segmentos, como a FUNARJ e INEPAC. Dado ao valor histórico da edificação, o uso cultural também está previsto, entretanto as atividades ainda serão definidas.

A história do Convento do Carmo começou com Frei Pedro Viana, que, após fundar convento homônimo em Santos, foi com outros carmelitas para o Rio de Janeiro em 1589. Nessa data, receberam da Câmara a Capela de Nossa Senhora do Ó, localizada perto da praia, que converteram em Capela da Ordem do Carmo. Em 1611, receberam o terreno contíguo à capela, no qual começaram a construir o convento a partir de 1619. O edifício teve de ser reformado algumas vezes na época colonial. A partir de 1761, a capela da ordem foi reconstruída.

O Convento do Carmo foi um dos maiores edifícios da cidade colonial, mas seu valor histórico é maior que o artístico. Possui a particularidade de nunca ter tido um claustro, diferentemente dos modelos conventuais tradicionais. Os dois primeiros andares, com janelas muito espaçadas, são mais antigos, enquanto o terceiro andar foi construído na segunda metade do século XVIII e possui janelas de verga superior curva. A fachada posterior tem uma série de contrafortes, provavelmente construídos na mesma época em que se fez o passadiço (já demolido) que ligava o convento ao Paço Imperial. A abertura da rua do Cano, atual rua Sete de Setembro, entre o convento e a Igreja do Carmo, destruiu parte da fachada lateral do edifício.

Os trabalhos terão início em Dezembro/2013.

Estilo Nacional irá elaborar estudos para a “Rota das Grutas Peter Lund”

A Estilo Nacional venceu licitação do Governo do Estado de Minas Gerais para elaboração de “pesquisa que envolva aspectos históricos, antropológicos, geográficos, arquitetônicos, arqueológicos, espeleológicos, botânicos, paleontólogos, geológicos, socioeconômicos, ambientais e culturais de toda a área do projeto ‘Rota das Grutas Peter Lund’“, parte integrante do Projeto Estruturador da Região Metropolitana de Belo Horizonte – RMBH.

Pesquisa irá subsidiar implantação de museus na Rota das Grutas Peter Lund.

O projeto faz referência ao pesquisador dinamarquês Peter Wilhelm Lund (1801 – 1880), que fixou residência em Lagoa Santa. Foi o primeiro paleontólogo no Brasil, responsável por fazer dessa região referência americana da arqueologia, paleontologia e espeleologia. Nas grutas do entorno, descobriu-se mais de 12 mil peças fósseis, as quais puseram em xeque uma série de pressupostos aceitos até então pela incipiente paleontologia mundial.

Com a implantação da “Rota Lund”, o Estado de Minas Gerais — em uma ação conjunta das Secretarias de Estado da Cultura (SEC/MG) e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD/MG) — pretende aumentar o fluxo turístico, de modo sustentável, na região que abrange o Museu de Ciências Naturais da PUC-Minas (Belo Horizonte), o Parque Estadual do Sumidouro, a Gruta da Lapinha (ambos em Lagoa Santa/Pedro Leopoldo), a Gruta Rei do Mato (Sete Lagoas) e a Gruta de Maquiné (em Cordisburgo). O percurso termina no Museu Casa Guimarães Rosa, também está localizado em Cordisburgo.

A pesquisa a ser elaborada pela Estilo Nacional subsidiará a elaboração do Plano Museológico para o Museu de Território “Rota das Grutas Peter Lund”.

Restauração de Igrejas em São Gonçalo do Rio Abaixo

As Igrejas de Santa Efigênia e São Sebastião de Vargem Alegre, em São Gonçalo do Rio Abaixo–MG, serão objeto de trabalho da Estilo Nacional nos próximos meses. O escritório venceu edital de licitação lançado pela Prefeitura Municipal para elaboração de seus projetos executivos arquitetônicos, com inclusão  dos projetos complementares de engenharia.

Os monumentos, tombados em nível municipal, apresentam deterioração dos materiais construtivos, falta de manutenção adequada e intervenções descaracterizantes.

A Assessoria de Patrimônio Histórico do município espera alcançar, através dessa contratação, a preservação e valorização das edificações tombadas; a recuperação do conteúdo histórico-documental dos bens, por meio da restauração de seus suportes físicos, e a produção de material técnico que contribua para as medidas de salvaguarda e colabore para a divulgação da importância de sua restauração.

O contrato terá duração de 120 dias e os trabalhos serão aprovados pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural de São Gonçalo do Rio Abaixo.

Pesquisa e Plano Museológico para o Museu Militar

Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, é o Patrono das Polícias Militares. Já os Corpos de Bombeiros têm por Patrono o Imperador D. Pedro II.

A Estilo Nacional venceu licitação do Governo do Estado de Minas Gerais, por intermédio da Secretaria de Estado de Cultura, para desenvolvimento de pesquisa e elaboração de Plano Museológico do Museu Militar.
A nova instituição cultural será instalada no antigo prédio do Tribunal de Justiça Militar do Estado, localizado no bairro Funcionários, e terá a missão básica de contar a história das duas corporações Militares do Estado de Minas Gerais: a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. O equipamento servirá também como forma de preservar, restaurar, conservar e democratizar seus acervos objetuais, fotográficos e documentais, possibilitando que tanto o público comum como o público interessado em pesquisa possa ter amplo acesso.
A implantação deste aparelho cultural também servirá como forma de reconhecimento do Governo de Minas Gerais a essas importantes instituições que, com seu rico acervo e importante história, contribuem para a formação da cultura mineira. A pesquisa a ser desenvolvida envolverá aspectos históricos, antropológicos, culturais, socioeconômicos e do acervo de ambas corporações e tem prazo previsto de conclusão de oito meses.

Elementos Artísticos da Matriz de São Gonçalo do Amarante

Vista geral do interior da Matriz de São Gonçalo do Amarante, com destaque para os retábulos colaterais, arco-cruzeiro e altar-mor.

A Estilo Nacional venceu licitação da Prefeitura Municipal de São Gonçalo do Rio Abaixo-MG para elaboração de projeto de conservação e restauração dos elementos artísticos integrados da Igreja Matriz de São Gonçalo do Amarante.

As origens do templo religioso estão ligadas à formação do núcleo urbano da sede do município. Foi construída uma vez que a antiga capela situava-se em área inapropriada, considerando as tendências de urbanização naquele momento (década 1730). Possui em sua composição um sino atribuído a Ângelo Angeli, ainda não datado, que apresenta frisos sucessivos e inscrições características do império.

A Igreja Matriz tem seus espaços definidos por duas seções de forma retangular: uma correspondente à nave, que se alarga nos flancos da fachada principal pelas torres laterais; e outra, a capela–mor e corredores laterais, que dão acesso à sacristia. No interior da igreja, a nave direciona o olhar do fiel ao arco-cruzeiro. Possui o forro da capela-mor em madeira, com pintura em perspectiva ilusionista no estilo rococó, destacando ao centro medalhão representando a Santíssima Trindade. Apresenta ainda retábulos em estilo rococó e neoclássico. As esculturas são atribuídas ao entalhador Francisco Vieira Servas e as pinturas, possivelmente, são do Mestre Ataíde.

Projeto de Restauração da Escola Estadual Dom Pedro II, em Ouro Preto-MG

Escola Estadual Dom Pedro II, em Ouro Preto-MG

A Estilo Nacional foi contratada pelo Departamento de Obras Públicas do Estado de Minas Gerais – DEOP, para elaboração dos projetos executivos de restauro e reforma geral do prédio da Escola Estadual Dom Pedro II.

O edifício, localizado na região central do Conjunto Arquitetônico e Paisagístico de Ouro Preto, reconhecido pela UNESCO,  possui área de 3.204,08m². Todos os projetos terão aprovação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN.

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